Em Goiânia existem cinco corretores medidos com 24,5 mil a 102 mil seguidores. Todos eles têm uma coisa em comum: o rosto na frente. Nenhum deles constrói — todos vendem imóvel dos outros. Você é o único da praça que vende a casa que a sua própria empresa levanta, e é exatamente esse território que está vazio. Hoje o seu perfil pessoal tem 7.242 seguidores, segue 7.820 contas, está com o campo de link da bio vazio — e, enquanto isso, três anúncios seus rodam no Meta desde 8 de setembro mandando gente para lugar nenhum.
Você não tem um problema de conteúdo — tem um problema de protagonismo e de porta. A empresa aparece mais do que o dono, a câmera já existe mas está apontada para outra pessoa, e o pouco tráfego que você paga entra num funil sem saída.
É a primeira coisa que o modelo Serhant/Eklund ensina — e é o que está invertido na Unik.
Levantamento feito em 13/09/2026. Todos com o próprio rosto na operação. Nenhum deles constrói.
| Corretor | Perfil | Seguidores | Posiciona-se como |
|---|---|---|---|
| Ricardo Martins | @ricardomartinsbroker | 1.300.000 | O caso extremo: o corretor virou mídia |
| Leonardo Silva | @corretor_leonardosilva | 102.000 | O corretor do entorno, nome próprio na frente |
| Marcelo Azeredo | @marceloazeredo.imoveis | 69.300 | Alto padrão em condomínio — o seu cliente |
| Juliana Machado | @julianamachadoimoveis | 51.800 | Curadoria de alto padrão, site próprio |
| Welcio | @welciocorretor | 24.500 | Guia do primeiro imóvel, com canal no YouTube |
| Thiago Aguiar | @thiagounik | 7.242 | Cargo e empresa na bio. Sem promessa, sem CRECI, sem link |
| Unik (empresa) | @uniknegociosimobiliarios | 13.800 | Perde para os cinco corretores individuais acima |
Faltam 17.258 seguidores só para empatar com o último colocado, e 62.058 para alcançar o Marcelo Azeredo — que disputa exatamente o mesmo cliente que você. Em Goiânia, hoje, um corretor sozinho com o próprio rosto vale entre 1,8x e 7,4x a página de uma imobiliária. A Unik está do lado errado dessa conta.
O campo de link da bio do @thiagounik está vazio. Não é um link errado — é a ausência de link. O que aparece no perfil ("Threads") é o selo automático que o Instagram exibe quando a conta está vinculada, não uma escolha sua.
Isso seria um detalhe se você não estivesse pagando anúncio. Mas você está: três anúncios ativos desde 8 de setembro. Ou seja, há dinheiro empurrando gente para um perfil que não tem para onde mandar quem se interessou. É o conserto mais barato e mais urgente do diagnóstico inteiro — resolve-se em dez minutos.
Verificado: ausência do elemento de link de bio (l.instagram.com) no HTML do perfil, em duas leituras independentes · 13/09/2026Os três anúncios são de objetivo Mensagens e falam do mesmo empreendimento (Jardins Lisboa). Dois deles abrem o WhatsApp. Mas o anúncio criado em 12/09 (id 3571905556304962) entrega só em Messenger e Direct do Instagram — não tem WhatsApp.
Messenger de imobiliária em Goiânia é caixa que ninguém abre. Cada real desse anúncio está comprando conversa num canal que você provavelmente não monitora — e o lead esfria sozinho.
Verificado na API da Biblioteca de Anúncios da Meta · anúncio 3571905556304962 sem api.whatsapp.com indexadoOs três anúncios rodam sem site de destino, sem UTM, sem fbclid e sem encurtador — o campo de título de link está vazio nos três. Sem site não existe Pixel, não existe API de Conversões, não existe remarketing e não existe público semelhante de quem já comprou.
Consequência prática: o algoritmo otimiza por "conversa iniciada", métrica que conta curioso e engano igual a comprador. Você paga por volume de conversa, não por lead qualificado — e o algoritmo nunca aprende quem realmente compra. Cada real recomeça do zero em público frio.
Dois detalhes que agravam: os anúncios saem de uma página do Facebook ("Thiago Unik") que tem 20 curtidas, e a operação inteira tem 5 dias de vida — o histórico visível começa em 08/09. Ainda está na fase de aprendizado, ou seja, é o melhor momento possível para consertar antes de queimar verba.
Verificado por sondagem na API da Biblioteca de Anúncios, com controles negativos validados · 13/09/2026Medimos 12 posts seguidos do perfil da empresa (27/04 a 27/08/2026). O resultado: 66,7% é imóvel ou arte de marca e só 33,3% tem pessoa como assunto. Rosto em close, legível, em apenas 2 de 12 posts. Zero bastidor, zero educação apresentada por alguém, zero estilo de vida.
E aqui está o achado mais revelador: as capas com pessoa mostram majoritariamente um corretor jovem de camiseta amarela com microfone de lapela. Ou seja — a produção de vídeo com alguém na frente da câmera já existe na Unik. O fundador é que não é o rosto da operação.
O próprio dado de vocês já apontou o caminho: o post campeão da amostra é a entrega de chaves de 11/06, com 103 curtidas e 18 comentários — 5,5x a média e sozinho 44% de todas as curtidas do período. Gente com emoção na tela ganhou de todo o resto. E nunca foi repetido.
Medido: 24 posts inspecionados, 12 em janela contínua · engajamento 0,16% (19,6 curtidas médias em 13.800 seguidores) · dois posts com zero curtidasVocê segue 7.820 contas para 7.242 seguidores — acima do teto histórico de 7.500 do Instagram. Ninguém chega nesse número por networking: é seguir em massa esperando seguida de volta.
Compare com quem está ganhando na sua cidade: Marcelo Azeredo segue 16 contas e tem 69,3 mil seguidores. Leonardo Silva segue 420 e tem 102 mil. Eles não trocam seguidor — eles atraem. O efeito colateral do follow-for-follow é um público que não compra imóvel, que não engaja, e que faz o Instagram entregar menos para quem interessa.
Verificado: 7.242 seguidores / 7.820 seguindo · limite do Instagram é 7.500Dois destaques do seu perfil valem mais do que todo o resto: "Talk Show" e "1º Caixa Preta". Procuramos os dois publicamente e o resultado é claro: não existe nada fora dos Stories — nenhum episódio, canal, site ou cobertura. Alcance público: zero.
O Talk Show foi participação sua como convidado num evento de terceiro, e a sua própria legenda é o melhor material de marca pessoal do perfil inteiro: "Tive a oportunidade de participar de um talk show e, enquanto estava ali compartilhando um pouco da minha trajetória, algo ficou muito forte no meu coração... Que nunca seja apenas sobre vendas ou posicionamento. Que seja sobre propósito, pessoas e transformação."
Isso é exatamente a lacuna do modelo Serhant: o ativo existe, a distribuição não. Você já provou que funciona no palco. Só nunca virou canal.
Verificado: legenda capturada no perfil em 13/09/2026 · YouTube 404 nos dois handles · "Caixa Preta" sem nenhum registro público indexadoO TikTok @thiagounik existe: 2.578 seguidores e 19,2 mil curtidas — e está parado, sem link na bio. É o canal onde o seu nome pessoal já supera a presença da empresa com folga.
É a prova, dentro da sua própria operação, de que a tese funciona: onde você aparece como pessoa, cresce. Só que o canal está abandonado, o YouTube não existe (404 nos dois handles) e o LinkedIn não tem perfil ligado ao mercado imobiliário. Três canais de vídeo e autoridade ociosos.
Some-se a isso um ponto de conformidade: nem a bio do Instagram nem a do TikTok trazem número de CRECI — a empresa exibe CJ 32507, mas a publicidade em nome pessoal deveria exibir o registro (Resolução COFECI 1.336/2014). Num mercado de alto padrão, CRECI visível também é argumento de confiança.
Verificado: TikTok confirmado via oEmbed · YouTube 404 · CRECI pessoal não localizado publicamenteOu, na versão mais direta para abrir vídeo: "Eu não vendo a casa. Eu levanto ela."
Talk Show e Caixa Preta provam que você já tem palco e já fala de bastidor. Falta transformar isso em canal com cadência.
Golfe, tênis e a sociedade com a Viviane. É onde o comprador de Jardim Goiás e Alphaville circula no sábado de manhã — e humaniza sem diluir a autoridade.
O método Serhant em uma folha: toda pauta precisa caber numa célula. Se não cabe, não grava. É o que elimina a paralisia na hora de decidir o conteúdo do dia.
Hoje a proporção está invertida: 66,7% do que sai é imóvel ou arte de marca. A meta é espelhar o padrão que fez Serhant e Eklund — a pessoa na frente, o imóvel como consequência.
Você de capacete, na laje, mostrando o que o folder esconde. É o pilar que só você pode fazer em Goiânia.
Financiamento, condomínio, IPTU, custo real de morar. Conteúdo que captura quem ainda está decidindo.
Imóvel, sim — mas com rosto e começando pelo ponto fraco. O oposto do que todo corretor da praça faz.
Golfe, tênis, família, palco. O que faz a audiência voltar mesmo quando não está comprando.
Resultado com nome, rosto e data. Seu post campeão já é desse pilar — e fez 5,5x a média.
Hoje você não produz uma única peça para quem quer vender. É a persona que gera estoque — e é a de maior margem.
Nada aqui depende de audiência, de equipe ou de você gravar um vídeo sequer. É tapar o vazamento antes de abrir a torneira.
Link na bio. WhatsApp com mensagem pronta enquanto a página não fica de pé. Dez minutos.
Consertar o anúncio de 12/09 que entrega só no Messenger. Incluir WhatsApp ou desligar.
Código de origem no texto pré-preenchido: "[LIS-AD1]", "[REEL-OBRA]". Atribuição sem tecnologia nenhuma.
Registrar o domínio e subir uma página com formulário e Pixel. Sem domínio não existe remarketing.
Responder o Reclame Aqui e reativar o Google (49 avaliações, respostas paradas há 11 meses).
Repostar o campeão (entrega de chaves) e publicar o corte do Talk Show. Zero produção nova.
Ligar o TikTok e bloquear a segunda-feira para gravação em obra, como compromisso fixo.
Submetemos três estratégias a dois avaliadores independentes. Um escolheu conversão, o outro escolheu autoridade — e os dois estavam certos, em tempos diferentes. O plano abaixo é a síntese: conserta o vazamento agora e constrói o ativo que ninguém copia em seguida.
Link na bio, anúncios corrigidos, código de origem, domínio e página com Pixel, CRECI na publicidade, Google e Reclame Aqui reativados. Resultado mensurável sem você gravar nada.
Segunda-feira vira dia de gravação em obra. Banco com 10 peças antes de publicar a primeira — nada sai no dia em que foi gravado. Content Matrix impressa como filtro de pauta.
Página de avaliação de imóvel e campanha própria para proprietário. É a persona hoje 100% descoberta, a de maior margem, e a que alimenta a construtora.
Caixa Preta quinzenal, gravado no canteiro do convidado: incorporador, arquiteto, dono de construtora. Cada gravação é uma reunião comercial de duas horas disfarçada de mídia.
Em 12 meses, funil e produção são competências — e competência a concorrência compra. Uma rede de 40 a 48 incorporadores, construtores e arquitetos de Goiânia que já sentaram na sua cadeira não se compra com orçamento nem com editor. E ataca o lado escasso do negócio: comprador se compra com mídia, mas exclusividade de lançamento vem de relação e reputação.
O "AND" aplicado em bio, nome de exibição, destaques e abertura de vídeo, com CRECI visível e promessa clara — no Instagram, TikTok e YouTube.
Domínio e página do Thiago com Pixel, formulário, avaliação de imóvel e WhatsApp rastreado. A porta que hoje não existe.
Campanhas com destino, rastreamento e conversão offline do CRM (Lead Qualificado, Visita Agendada) — para o algoritmo parar de otimizar por curioso.
Content Matrix, pauta semanal, roteiro e ganchos prontos. Você grava, a V2 dirige e edita com padrão fechado.
Um dia de gravação por semana virando Reels, cortes verticais e banco de peças com folga — para nunca mais haver silêncio de 72 dias.
Formato, pauta, convidados, gravação e distribuição em YouTube, Reels e TikTok. A mídia própria que hoje está presa num destaque.
TikTok reativado e YouTube criado do zero — os dois canais onde a pessoa vence a marca e onde há busca por "morar em Goiânia".
Relatório do que interessa: leads por origem, visitas agendadas, captações e vendas originadas de conteúdo. Não seguidor.
Levantamento realizado em 13/09/2026. Números de Instagram e TikTok verificados diretamente nas fontes; anúncios verificados na API da Biblioteca de Anúncios da Meta; mix de conteúdo medido em 24 posts inspecionados. Cada afirmação deste diagnóstico passou por checagem independente de refutação — três alegações iniciais foram derrubadas e corrigidas antes desta versão. O mix post a post do perfil pessoal não pôde ser medido: os espelhos públicos do Instagram bloquearam o acesso, e por isso a proporção citada para o perfil pessoal usa os destaques como indicador, não o feed.